Contra-Educação

Qual a probabilidade de uma Elite Financeira estar no controlo total das nossas vidas e da linha sanguínea dessa Elite nos levar aos tempos do Antigo Egipto e da Suméria? Sigam "O Plano".

Documentário – 2012: Tempo de Mudança


Não é segredo que o planeta está à beira do colapso. Em séculos de civilização, administramos os recursos naturais de forma insustentável – ou suicida, como coloca o documentário. É a partir desta premissa que o jornalista Daniel Pinchbeck tenta compreender a suposta importância da data 2012 e mostrar alternativas para amenizar o impacto de uma possível catástrofe.

Baseado no livro 2012: The Return of Quetzalcoatl, escrito por Pinchbeck, o filme fala do Apocalipse profetizado pelos maias, mas sem cair no pessimismo, na eco-chatice e sem tentativas de assustar à la Roland Emmerich. Afinal, não é o medo do fim do mundo que vai gerar a mudança pedida no título.

Aos poucos, o documentário vai diagnosticando os problemas do planeta e chega a um dos principais impecilhos para a mudança: consciência individual. A fim de evitar uma catástrofe mundial, seria preciso que cada pessoa estivesse disposta a fazer grandes mudanças nos seus hábitos diários e abrir mão de certos confortos, em nome de um bem maior. No entanto, não é (apenas) por meio de panfletarismo que o filme passa a sua mensagem, mas apresentando soluções.

Nas conversas com cientistas e inventores, tomamos conhecimento de métodos que nem sabíamos existir, como o fungo micélio, capaz de recuperar em três meses um habitat contaminado por petróleo e substâncias químicas; a “eco-máquina” do inventor e biólogo John Todd, que purifica água do esgoto sem usar electricidade ou qualquer produto industrializado, gerando água própria para banho pela combinação de 17 espécies de plantas. Aprendemos ainda que plantar hortas nos topos dos prédios, por exemplo Nova York, poderia produzir de forma autónoma 80% dos vegetais que consome e, quando somos apresentados ao sistema japonês de troca de serviços Fureai Kippu, percebemos que o dinheiro não é a única ferramenta económica possível.

E, se mecanismos de poder e interesse fazem com que métodos alternativos não sejam colocados em prática pelos governos, inventores comprometidos com a mudança já burlam a etapa burocrática e disponibilizam suas criações no YouTube, para serem copiadas e implementadas.

E viva la revolución!

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This entry was posted on 24/05/2012 by in Documentários and tagged .

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