Contra-Educação

Qual a probabilidade de uma Elite Financeira estar no controlo total das nossas vidas e da linha sanguínea dessa Elite nos levar aos tempos do Antigo Egipto e da Suméria? Sigam "O Plano".

Documentário – A Corporação


Excelente documentário canadense de 2002, que apresenta o poder das Corporações, mais forte que o poder politico.

Através dos lobbies junto aos governos e as ferramentas de merchandising, marketing, branding, etc, definem as tendências de consumo de produtos electrónicos, vestuário, alimentos, entretenimento, medicamentos, etc.

Corporações farmacêuticas influenciam e até definem o que será e o que não será ensinado nos currículos universitários de Medicina, Farmácia e outras áreas de Saúde, para defender os seus interesses mercantilistas de vendas de inúmeros medicamentos nocivos.

Sigam O Plano.

“A Corporação” ataca questões éticas de grandes empresas. Os ataques às práticas éticas e sociais das grandes empresas que compõem o documentário “A Corporação” não serão novidade para a maioria dos bem informados.

Mas a pesquisa bem feita, a apresentação clara e a correlação precisa com os escândalos recentes envolvendo grandes empresas norte-americanas, devem incentivar os espectadores bem menos informados a reflectir mais profundamente sobre o papel das grandes firmas no mundo.

Se tivesse sido exibido alguns anos atrás, “A Corporação” provavelmente tivesse passado desapercebido. Mas o destaque ganho por “Fahrenheit 11 de Setembro” e os escândalos envolvendo empresas norte-americanas devem despertar o interesse do público. O facto de Michael Moore aparecer no filme, como entrevistado, é uma atracção adicional.

A produção canadense é dirigida por Mark Achbar (“Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media”) e Jennifer Abbot a partir de um livro de Joel Bakan.

O documentário começa com um breve histórico legal das grandes empresas. De acordo com a lei, as firmas têm os mesmos direitos que os indivíduos: podem processar, ser processadas, etc.

Mas o foco do filme está em mostrar que existe uma grande diferença entre o indivíduo e a corporação. Espera-se dos indivíduos que demonstrem responsabilidade ética e social. Já a corporação tem, por lei, apenas uma responsabilidade: garantir aos seus accionistas o maior lucro possível.

O longa-metragem afirma que esta é uma abordagem unidimensional que conduz à exploração da força do trabalho, à devastação do meio ambiente, a fraudes contáveis e várias outras coisas do género.

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